UM CAÇADOR DE ESPAÇOS NA MÍDIA


Coitado, chora na derrota e nega a política, quando justificou sua ausência na eleição, porque já tem mais de 70 anos. Simples assim.
Desgraça é ter um ex-presidente que arruinou o país juntando-se a corruptos ativos e passivos, denunciados ou delatados na Lava-Jato; desgraça é ter um ex-presidente que traiu as suas próprias convicções demonstradas em suas primeiras campanhas, ao usar as benesses do governo acima da sua plenitude.
Desgraça é ter um ex-presidente que não raciocina nunca com a realidade, mas com a sua verdade. Perdeu no seu reduto, no seu berço político, nas suas origens, com votos do povo, compreendida por várias elites.
Ele não sabe o que é elite. Ele só sabe o que é riqueza, e dela se aproveita descaradamente, usando jatinhos, pedindo bebidas caríssimas, iates para turismo, enfim, tudo o que se gosta nesse mundo, mas que se luta para conseguir pelo menos uma “velho barreiro”, enquanto ele, para fazer palestras cujos assuntos ninguém jamais soube, ao contrário dos maiores palestrantes do mundo, cujas eventos são divulgados citando assuntos e públicos, inclusive, algumas vezes em contratações particulares para públicos privados. Mas com Lula foi diferente. Ganhou verdadeiras fortunas que nem os maiores cientistas do mundo ganham.
Lula lançou Dilma e sua estratégia foi querer mandar no governo da sucessora, para assegurar seu retorno. Indicou ministros incompetentes, politiqueiros e alguns corruptos como se tem notícias todos os dias.
Lula está fora de realidade. Com todos os seus defeitos, a sua sucessora pecou por omissão, e gestos impensados, além de desconhecimento (ou acreditando na impunidade) da Lei de Responsabilidade Fiscal, mas, pelo que se tem visto, jamais para enriquecer o seu patrimônio, até prova em contrário.
Já esse cara que nunca foi o cara, e hoje se concebe que o ex-presidente Obama, por coincidência pilheriou. Ele nunca foi e nem será o cara. Enganou o país, enganou o mundo e ainda colocou seus filhos em maus lençóis.
Mas espernear é um direito do réu. E seus advogados parecem acreditar mais numa derrota do que numa vitória. Alguns apelam para a mentira, como no caso da denúncia à ONU, desmentida pela própria ONU e outros, como noticiado hoje, apelam até para amigos do Juiz Sérgio Moro. Uma pena, tantos nele acreditaram.
Lula virou mesmo um caçador de espaços na mídia. Mas os espaços tem sido tão pequenos. Bem menores do que ele vem conseguindo nos grandes jornais internacionais, com matérias de acompanhamento ao seu novo perfil de denunciado e réu em processos por vários crimes contra a nação.
Sobre essas acusações ele silencia junto aos seus jovens fãs que ainda brotam para a vida, infelizmente, com péssimos exemplos.

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