SOBRE BURGO E BURGUÊS


“Burguês é o indivíduo que pertence à burguesia, ricaço. Aquele que teve educação burguesa. Aquele que se preocupa em acumular bens de capital.
Burguês era na Idade Média, a pessoa que morava nos burgos, povoação importante mas de categoria inferior a de uma cidade. Povoados que eram protegidas por muros.
Burgueses eram os mercadores dos burgos, depois passou a denominar os comerciantes. Durante a Revolução industrial eram assim denominados os industriais possuidores de riqueza e dos meios de produção.
Burguês, no sentido figurado, são as pessoas vulgares, ordinárias. No sentido pejorativo, burguês é aquela pessoa rica, calculadora, metódica (até aqui, pesquisado no papai Google e em outros sites com informações dentro de um contexto mais concreto).”
A sociedade, ou os contratos sociais, criaram novos significados aos moradores dos burgos, e assim foram qualificado de burgueses, todos ligados com seus patrimônios aos regimes capitalistas.
Mas na verdade, todos tiveram origem nos burgos, hoje depreciados por quem de alguma forma teve vínculos com a riqueza.
Entretanto, as administrações mal conduzidas das nações no tempo, as ideologias, o sincretismo, a ambição, as injustiças sociais, a corrupção e outros vícios malditos criados pelo homem, produziram a miséria mundial, o que fortaleceu e identificou essa qualificação como aqueles que vivem no bem-bom.
Apesar dessas ofensas, são os “burgueses” que geram empregos e receitas para o Estado. São os burgueses que têm mente produtiva rara para a geração de oportunidades.
São os burgueses que geram riquezas que fortalecem as nações com suas politicas públicas.
Denominar burgueses aleatoriamente são formas de agressão de pessoas que esquecem que seus próprios empregos são oportunizados por quem eles ofendem.
Nenhum país no mundo, que segue ideologias totalitárias é favorável as liberdades do seu povo. Tudo provado que ditadores acumulam riquezas pessoais. Quando em revoluções internas, o povo, sempre o prejudicado, como no leste europeu, descobre patrimônios escondidos em seus palácios ou no exterior, em investimentos nos países capitalistas, como os Estados Unidos, ou nos mais de 60 paraísos fiscais existentes por aí.
Sem o capital, nada se consegue, O resto é retorica, sofisma e engôdos, para obter espaços e poder de mando na sociedade. E pior, com apoio da massa ignara.

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