Semusa recebe medicamentos para as unidades de saúde


O estoque de alguns medicamentos da farmácia básica que atende as unidades de saúde e que estavam em falta na Secretaria Municipal da Saúde (Semusa) de Porto Velho está sendo normalizado. São eles; paracetamol de 500 mg, amoxicilina 250ml (antibiótico), permetrina 5 e 1%, sais de hidratação oral, ácido fólico suspensão e os injetáveis; buscopan composto e diclofenaco, além de medicamentos do programa de apoio aos hipertensos e diabéticos (hiperdia); losartana 50 mg e metildopa 250 mg para hipertensão, metformina 850 mg para diabetes, e sinvastatina de 20 e 40 mg para colesterol.

O carregamento foi entregue na segunda (26), no almoxarifado da Semusa. A distribuição para as unidades vai ocorrer de acordo com o cronograma mensal de entrega de medicamentos e conforme solicitação da farmácia de cada unidade, explicou Lígia Arruda, diretora do Departamento de Assistência Farmacêutica da secretaria.

Mais de três milhões de reais foram empenhados pela Semusa para aquisição de medicamentos. Depois do empenho a empresa tem cerca de trinta dias para realizar a entrega. A demora se dá por conta de alguns fornecedores que tem sede fora do estado de Rondônia e após vencerem a licitação pedem prorrogação de prazo de entrega, cancelamento de itens ou mesmo a troca de marca.

CALAMA

Começou a funcionar no dia 23, em Calama, no baixo madeira, o sistema de controle de estoque e dispensação de medicamentos, o Sisfarma, um sistema próprio da secretaria, feito pelos programadores de TI. A diretora do departamento de assistência farmacêutica da Semusa esteve acompanhada de técnicos na unidade de saúde de Calama para implantar o sistema.

Já que o distrito atende também as extensões de São José, Demarcação, Papagaios e Nova Esperança, foi feito o inventário da farmácia e repassadas orientações aos técnicos e ao administrador da unidade.

“Ele está funcionando offline por enquanto, mas Calama tem fibra óptica e vamos analisar a possibilidade de em breve também funcionar online, o que não é essencial, vez que todos os meses nós fazemos a visita para entrega de medicamento na região e aproveitamos para fazer o backup”, explicou Lígia, que complementou que o intuito agora é ter uma visão do que se gasta, quantos pacientes são atendidos e qual a demanda de medicamentos da unidade junto com suas extensões, para um controle maior do que entra e do que sai.

Fonte: Semusa

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