Sedam debate demandas do setor madeireiro na Fiero


A revalidação do calendário florestal do ano passado em Rondônia foi um dos temas debatidos na última reunião do Conselho de Representantes do Sistema Federação das Indústrias do Estado de Rondônia (Fiero). O secretário de Desenvolvimento Ambiental, Vilson de Salles Machado, apresentou pautas referentes ao segmento da indústria madeireira, propôs a implementação do calendário do ano passado, com encerramento dia 31 de dezembro e o reinicio das atividades do setor em 1º de abril de 2017.

O vice-presidente de Meio Ambiente e Sustentabilidade da Fiero e presidente do Sindicato das Indústrias Madeireiras de Pimenta Bueno (SIMP), Ivandro Justo Behenck, falou que oíndice de Conversão de matéria prima também foi discutido com o secretário. Ele explica que houve uma mudança na resolução do Conselho Nacional de Meio Ambiente (Conama), cujo índice passou de 45 para 35 por cento.

Aproveitando que o secretário Vilson estava debatendo assuntos de interesse da indústria madeireira e também de outros setores, Behenck falou ainda sobre as taxas de licenciamento, que o governo, mediante uma lei do final de 2015, alterou valores. O líder sindical comentou que os empresários estão reclamando, pois os valores são altos.

Segundo o presidente do SIMP, devido à complexidade do tema, foi criada uma comissão para discutir estas taxas e apresentar uma proposta que atenda as necessidades de receita do estado e os interesses da indústria e dos empresários. O argumento entre os empresários é unânime. As taxas cobradas não podem ser de cunho restritivo e por isso é necessário chegar a um senso comum entre as partes.

Behenck trouxe à pauta o Plano de Suprimento Sustentável – PSS. Na alteração do licenciamento ambiental, que passou para quatro anos, diminuindo a burocracia em relação à renovação. “Nosso pedido é a revisão deste programa para resolver esta situação. Foi positiva a reunião com o secretário, que sempre nos ouve e atende nossas demandas. Sabemos que não é fácil trabalhar com a burocracia ambiental, mas atravessamos uma crise econômica que atinge diretamente o setor da madeira e demais indústrias. É preciso que o secretário e as demais autoridades dediquem um olhar cauteloso em relação ao segmento”, finalizou.

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