POSIÇÕES CONTROVERSAS


POSIÇÕES CONTROVERSAS
Não se pode mudar o mundo, mas muitas coisas se mudam sem que o cidadão possa acreditar que estão mudando para melhor.
A mídia vem informando pesquisas realizadas cujos resultados são bastante questionáveis.
Fica difícil entender a seriedade de algumas pesquisas, embora ditas como realizadas pelos principais institutos pertinentes, principais, mas que já cometeram em ouras eleições erros grosseiros, quando da noite para o dia, apresentam viradas que favorecem radicalmente um partido. Não dá para acreditar.
A impressão que se tem, pela malícia humana, é que tais pesquisas seriam feitas, quem sabe, em redutos favoráveis a quem as contrata, e podem servir no futuro para manobras fraudulentas.
Claro, orgãos como os Tribunais Eleitorais dispõem de equipes com elevados conhecimentos tecnológicos que não alcançam os sempre leigos nesse moderno processo das urnas eletrônicas. Mas alguns que têm legitimidade no conhecimento técnico, ou parlamentares que duvidam, vêm questionando com frequência a segurança desse instrumento contra fraudes.
Apesar de pleitos e projetos para que se altere a forma de votação eletrônica ou a exigência de impressão do voto, a resposta do TSE tem sido contrária, não apenas garantindo a segurança, como também pelos elevados custos operacionais.
Ora, se garantida a segurança, tudo bem. Agora se há dúvida, os elevados custos não justificam para que o cidadão tenha uma certeza de que seu voto não será atropelado pelos inimigos da pátria.
O Brasil precisa da garantia de que teremos sim, uma eleição limpa. Evidente é que o sistema está aparelhado em todas as instituições por uma ideologia ou partido que ainda vem causando um grande mal a paz social.
A dinastia política não é recomendável, embora exista por aí, com resultados péssimos que o mundo conhece a cada dia.
Mas é o que desejam opositores radicais.
Entretanto, lógico, em se tratando de uma eleição limpa, sem influências ideológicas ou partidárias, julgadas com a imparcialidade que se acredita ainda deve existir na magistratura, será o eleitor que responderá aos seus anseios pessoais, que na soma das respostas ditará o rumo do Brasil ou do Estado.
Os candidatos estão aí, e alguns chamados de camaleão, porque mudam de cores para se adequar ao ambiente. Uma pena porque réptil muda de cor para se camuflar. Todavia, ainda assim, é o eleitor que decide o que deve ser respeitado.
Que venham as eleições límpas, buscando a paz social, a volta a um Brasil humano, de interações sociais benéficas para a família brasileira.
Carlos Esteves

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