Porto Velho terá uma Central de Óbitos


A Prefeitura de Porto Velho inaugurará no próximo dia 15 uma Central de Óbitos. O serviço vai funcionar na sede da Secretaria Municipal de Serviços Básicos (Semusb) e centralizará as ações em prol de um benefício social ainda pouco utilizado pelas famílias portovelhenses, o Auxílio-funeral.
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O secretário municipal de Assistência Social (Semas), Solano de Souza, explicou que esse serviço compete aos municípios e tem por objetivo fornecer urna funerária e translado de até dezessete quilômetros para sepultamento de falecidos cujas famílias não possuam meios para prover o sepultamento de seus membros.
Atualmente, caso uma família não possua condições financeiras para prover um sepultamento deve procurar o Plantão Social, no antigo Lar do Bebe, no Jardim das Mangueiras, ou procurar informações pelo número 0800 647 1311. O assistente social de plantão realiza o cadastramento e em conformidade à renda familiar constatada encaminha os serviços desejados pelo munícipe. “Poucas pessoas sabem que existe esse Auxílio-funeral e ele é pouco acessado. Agora, com a Central de Óbitos, vamos propagar mais esse importante benefício”, disse o secretário.
Na Central de Óbitos os servidores municipais vão atender com triagem e encaminhar os casos com rapidez, dentro do mesmo tempo previsto com a contratação de uma funerária particular, também serão providenciadas as certidões de óbito. O serviço vinha sendo realizado por apenas uma funerária que possuía contrato com a Prefeitura, adquirido por meio de licitação. Com a nova central, doze funerárias vão se revezar, de forma que todas deverão demonstrar interesse no encaminhamento do benefício. Como apenas uma empresa possui atualmente o direito de atuar com Auxílio-Funeral, os demais agentes funerários das outras empresas costumam realizar plantões nos hospitais para indicarem seus serviços, inclusive, oferecendo longos parcelamentos, mas não costumam indicar os serviços públicos, que poderiam ser facilmente acessados pelas famílias.
Segundo o secretário da Semas, um funeral médio custa hoje por volta de dois mil reais, de maneira que famílias com pouca renda acabam por contrair dívidas que demoram bastante tempo para serem saudadas. “Essa Central vai ajudar a muitas pessoas realmente. Os serviços envolverão servidores municipais da Semas, Semusb, Semusa, e também a participação de outros segmentos muncipais, mas a Semas é a porta de entrada para o sistema, de forma que é um assistente social quem deve fazer o laudo de triagem e verificar se a família se encaixa aos critérios necessários para uso do beneficio. Mas como pretendemos promover a desburocratização e a rapidez nos atendimentos, as ações de muitos segmentos municipais serão disponibilizadas”, declarou o secretário.
Fonte: Comdecom /  Renato Menghi
Fotos: Medeiros

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