Maia visita desafetos de Bolsonaro


Rodrigo Maia e Alberto Fernándezo, novo preidente argentino.

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, não vai mais disputar mandato de deputado, e confessou a esta coluna o projeto de governar o Brasil, instituindo “parlamentarismo-presidencialista”, que faria do presidente “rainha da Inglaterra”. Ou se candidatando a presidente, “se houver condições”. Com agenda de pré-candidato, como mostram suas 235 viagens pela FAB este ano, ele faz campanha no exterior. Primeiro na Argentina, ansioso por selfie com o novo presidente, hostil a Bolsonaro.

Ontem, Maia começou na Europa, que ninguém é de ferro, um curioso esforço para ser recebido por figurões que não gostam de Bolsonaro.

Maia não disputará novo mandato para evitar mico: em 2018, na crista da onda, foi só o 13º mais votado em seu Estado. Somou 74 mil votos.

No parlamentarismo-presidencialista imaginado por Maia, o presidente marromenos só nomearia ministros da Defesa e Relações Exteriores.

O projeto de Rodrigo Maia encanta poderosos grupos de comunicação, que se queixam de corte bilionário de publicidade do governo federal.

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