Defesa Civil monitora nível do Rio Madeira e distribui alimentos, água e kits de higiene


Equipes da Secretaria Municipal de Projetos Especiais e Defesa Civil (Sempedec), percorrem os distritos de Porto Velho e comunidades ribeirinhas fazendo o recadastramento das famílias impactadas pela enchente de 2014, o monitoramento do nível do Rio Madeira e distribuição de água mineral, alimentos, colchões, mosquiteiro e kits de limpeza e de higiene pessoal, dentre outras atribuições.

Sempedec_Comunidades_800px4Vicente Bessa(10)_004Conforme o secretário Vicente Bessa (Sempedec), a Defesa Civil Municipal está atenta com a possibilidade de haver uma nova enchente, já que o nível do Madeira chegou a 13 metros. “Se chegar aos 14 metros, entramos em estado de alerta e colocaremos nosso Plano de Contingência em ação para retirar as famílias das áreas de risco, pois a nossa primeira preocupação é salvar vidas”, explicou.

A comunidade denominada Maravilha, no baixo Madeira, foi uma das que receberam a equipe da Sempedec. Enquanto alguns servidores faziam a distribuição de alimentos, água potável e outros itens necessários, outra parte da equipe trabalhava na atualização do cadastro das famílias. “Sem esse cadastro eles não poderão receber qualquer benefício do Governo Federal. Também serve para que possamos fazer o acompanhamento e atendê-los em suas necessidades”, disse Bessa.

Sempedec_Comunidades_800px4DSC_7989_002Uma outra equipe percorre os distritos localizados ao longo da BR-346. Acompanhados do secretário adjunto da Sempedec, Anderson Mendes (Nãnan) e do coordenador da Defesa Civil Municipal, Marcelo Santos, os servidores estiveram em Abunã, Vista Alegre e Fortaleza do Abunã. Um dos pontos principais da missão é verificar o nível das águas do Madeira na região, cuja cota de alerta é de 19 metros em Abunã. Por enquanto, segundo Vicente Bessa, a cota está em 17 metros. “Pedimos a todas as famílias que moram nas regiões de risco que fiquem atentas. Se for preciso, teremos que retirá-las para um local seguro – casa de parentes, imóveis alugados ou até mesmo para algum abrigo no mais curto espaço de tempo possível”, alertou. Conforme o secretário, 1.200 famílias ainda estão morando em regiões perigosas que podem ser inundadas, caso aconteça uma nova enchente do Rio Madeira.

Fonte: Comdecom/Augusto José

Fotos: Arquivo/Comdecom

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