Brasil enfrenta oposição para permanecer no Conselho de Direitos Humanos da ONU


A disputa por duas vagas é com Venezuela e Costa Rica, e as ONGs fazem campanha contra

O Brasil enfrentará nesta quinta-feira (17) uma prova de fogo na assembleia geral da Nações Unidas, em Nova York, na disputa por uma vaga no Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas (ONU).

É grande a tensão nos meios  diplomáticos brasileiros. A decisão será tomada no plenário da ONU até às 12h, hora de Brasília.

O Brasil já faz parte do conselho, que tem 47 integrantes, mas seu assento está entre os dois cujos mandatos se encerraram. O Brasil é candidato à recondução e a Venezuela pleiteava a segunda vaga, mas a situação de risco se estabeleceu após a Costa Rica apresentar sua candidatura.

O Brasil enfrenta uma dura campanha de ONGs de direitos humanos e de ambientalistas, que perderam muito dinheiro e poder após a posse de Jair Bolsonaro na presidência da República.

As ONGs poupam a ditadura venezuelana de quaisquer críticas, apesar da supressão de direitos, prisões arbitrárias, perseguições políticas etc.

Porém, nesta quinta, data da eleição, numa clara tentativa de influenciar votos contra o Brasil, a ONG Human Rights acusou Bolsonaro, em nota, de “atacar frontalmente os direitos humanos”.

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