Assembleia aprova projeto que beneficia servidores da educação e greve termina


A Assembleia Legislativa realizou na tarde desta quinta-feira (5), sessão extraordinária para a votação do Projeto de Lei 903/2018 que garante a destinação de emendas parlamentares para 2019, que totalizam R$ 20 milhões e vão garantir o pagamento do piso salarial dos professores para o próximo ano.

O valor acordado entre governo, ALE e Sintero é de que o vencimento inicial dos magistérios será o valor do piso salarial profissional nacional estabelecido o valor de R$ 1.000,00 o vencimento-base aos técnicos educacionais.

Segundo o presidente Maurão de Carvalho (MDB) a ALE colocou 20 milhões para atender e garantir a reivindicação dos servidores da educação, que é o piso da categoria.

A forma legal encontrada para o repasse dos recursos foi que cada um dos 24 deputados destinará cerca de R$ 830 mil das emendas individuais a que cada um tem direito.

“Desta forma, o Poder Legislativo contribuiu, além da negociação, com recursos dos deputados para concluir esta greve”, finalizou o deputado Maurão.

O deputado Luizinho Goebel (PV) ressaltou que, além dos esforços parlamentares teve a força da categoria da educação, que ocupou a ALE e pressionou por um acordo. “Estamos votando na boa fé nesta sessão extraordinária e esperamos que realmente aconteça”.

Destacou que o Poder Executivo não está cumprindo com seu papel, tendo que o Poder Legislativo fazer a função de destinar recursos para resolver a greve da educação.

O deputado Hermínio Coelho (PCdoB) lamentou o desastre do governo Confúcio Moura (MDB). Disse que o governo não tem dinheiro para cobrir o piso da educação, “mas para dar R$ 30 milhões a um empresário de Ji-Paraná que não tinha direito, teve”, esbravejou o deputado.

O parlamentar repudiou o governo Confúcio na questão da Caerd, que decretou a liquidez da companhia no apagar das luzes do seu governo.

Adelino parabenizou a categoria pela luta e união nesta grande conquista. “É pouco, ainda, mas é um primeiro passo e uma conquista”, salientou.

Fonte: ALE/RO – DECOM

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